História · 1963 → hoje
A história do Toninho não se conta sozinha. Ela caminha junto com a do Centro de São Paulo e da Galeria do Rock. De um lado, a trajetória de um homem; do outro, a de um edifício que virou símbolo cultural do país. Role para acompanhar as duas linhas.
Inaugura o "Grandes Galerias", na Av. São João, 439 — o prédio que o público batizaria de Galeria do Rock.
Monta um laboratório de fotografia e cria uma empresa pioneira de locação de equipamentos fotográficos.
O prédio ganha ares de "Galeria 24 de Maio" e começa a atrair a cena alternativa da cidade.
Vive de perto a efervescência cultural do Centro de São Paulo.
Torna-se berço do hip-hop paulistano e ponto de encontro dos headbangers.
Lidera os lojistas para salvar o prédio. Enfrenta o tráfico e sofre ameaças de morte para revitalizar a Galeria.
Em declínio, a galeria recebe uma proposta de revitalização que mudaria seu destino.
Lidera reformas elétricas e hidráulicas, segurança, escadas rolantes e a volta das lojas de rock.
Chega a cerca de 450 lojas e se firma como a Galeria do Rock definitiva.
Cria o Instituto Cultural Galeria do Rock, para transformar comércio em cultura e cidadania.
O Centro ganha um polo cultural organizado, com cursos e ações socioculturais.
Participa do roteiro da novela "Tempos Modernos", baseada na Galeria.
A Galeria do Rock entra de vez no imaginário cultural do país.
Cria uma horta orgânica na cobertura do prédio — que vira sala de aula de agricultura urbana.
A agricultura urbana chega ao coração da cidade, na cobertura de um dos prédios mais icônicos de SP.
Segue como psicólogo, palestrante e articulador cultural, unindo cidade e felicidade.
A Galeria segue como berço de contestação, encontro e diversidade no Centro de São Paulo.
Nota: datas e marcos baseados em reportagens (ver Mídia). Alguns episódios são relatos do próprio Toninho — pontos marcados como "confirmar" no dossiê devem ser validados antes de publicar.